Friday, October 27, 2006

QUESTIONÁRIO

SIM, eu sei e percebo...
Ninguém gosta de preencher questionários. Mas (vá lá!) façam o esforço... Sem essa informação não consigo perceber quem quer ir para onde nem fazer o quê...

DICAS



Informação geral

LONELY PLANET

http://www.lonelyplanet.com/worldguide/destinations/africa/morocco

SITE DE JOÃO LEITÃO

É o site de um amigo meu. Tem montes de coisas giras incluindo fotos.

http://joaoleitao.blogg.org/

FORUM TT

http://forum-tt.com/index.cgi?contents=/texto.show.cgi/pqhpdnljtr.prd

ROTAS E DESTINOS

http://www.rotas.xl.pt/0701/a04-10-00.shtml

Thursday, October 26, 2006

VIAGEM DE PASSAGEM DE ANO 2006 – 2007
MARROCOS


Figura 1 – Portas em Meknes


INTRODUÇÂO
A passagem de ano é uma das mais populares ocasiões para festejar e socializar com a família e amigos, mas não só. É uma janela no calendário laboral e escolar e é vulgar aproveitar este período para umas pequenas férias e mesmo para viajar.
No nosso contexto geográfico é habitual, porque as distâncias convêm à brevidade do intervalo festivo, viajar dentro de Portugal e para Espanha. Contudo, existe uma oportunidade excelente a uma distância tão curta que parece mentira: a meros ca. 350 Km da nossa fronteira em Vila Real de Sto. António ( i.e. 670 Km de Lisboa) fica a fronteira Marroquina.
Marrocos é um país à distância de um continente e de uma religião e a alguns séculos desde o domínio comum: tanto os árabes dominaram em tempos nosso país como os Portugueses conquistaram depois bastantes localidades do território (predominantemente costeiro, mas não só) de Marrocos. Partilhamos ainda assim a posição mais ocidental (discutivelmente à cabeça ou na cauda) dos nossos respectivos “universos” (a Europa ocidental e o Islão afro-asiático) e estamos ambos na boca da região mediterrânica, à beira do Atlântico. Existem tanto pontes como fossos para explorar, quer seja a nível cultural como natural.
Parece-me portanto que não é difícil vislumbrar o interesse que tem uma viagem de passagem de ano até Marrocos, o Al-Maghrib Al-Aqsa (dito na sua própria língua, um dialecto com raiz no árabe).

Figura 1 – Sul da Península Ibéria e Marrocos


OBJECTIVOS
Esta proposta visa portanto reunir um grupo de amigos e de amigos de amigos num propósito comum, conjugar os seus interesses e combinar os condicionalismos de cada um.
Não se pretende organizar uma excursão a Marrocos. Isto porque é da minha experiência que quando se obriga um grande número de pessoas diferentes a comportar-se como um único rebanho, é frequente que o resultado seja i) uma dispersão de sub-grupos que acabam por se ignorar mutamente e subverter a lógica pré-estabelecida do grupo maior ou ii) um número variável de pessoas acaba por se sentir profundamente insatisfeito com a experiência por não ter cumprido os seus objectivos pessoais na viagem.
Espero por isso poder auxiliar pequenos grupos de pessoas com interesses comuns a fazerem as suas pequenas viagens e, finalmente, materializar uma grande reunião na noite da passagem de ano num local que penso não desiludir ninguém: a grande praça Djema-el-fna, o coração de Marrakesh.

Figura 2 e 3 - Djema El Fnaa, Marrakesh ao final do dia


METODOLOGIA
Nesse sentido, começarei por submeter um questionário a todos interessados, que ajudará a determinar quantos somos (quem está confirmadamente disponível), que meios dispomos (viaturas, lugares por viatura), que condicionalismos temos (datas e locais de partida e de chegada, limites orçamentais) e, finalmente, que tipo de viagem cada um pretende fazer.
Os resultados permitirão agrupar as pessoas por grupo (e viaturas) e coordenar quaisquer “acrobacias” necessárias (e.g. mudar pessoas de grupo a meio da viagem para satisfazer melhor os seus interesses a nível dos locais a visitar, distribuir pessoas por viaturas para permitir que voltem mais cedo, etc.).


ADVERTÊNCIA
Obviamente, trata-se apenas de fazer sugestões e todo este plano depende da vontade dos participantes, pelo que se terá em conta o nível de compromisso que estiverem dispostos a assumir. Além disso, espera-se que os grupos se orientem (invistam o mínimo de tempo em saber pormenores acerca do que vão fazer), tratem dos detalhes das suas viagens (e.g. compra de bilhetes de ferry, autorizações e seguros para os carros, orçamentos) e decidam os seus trajectos. Eu serei só um recurso adicional e não um agente turístico.


BIBLIOGRAFIA
Bergier, P. & F. Bergier. 1989. A Birdwatcher’s Guide to Morocco. Prion Ltd. 71 pp.


Bons, J. & P. Geniez. 1996. Anfibios y Reptiles de Marruecos (Incluido Sahara Ocidental) Atlas Biogeográfico. Asociación Herpetoógica Española. 320 pp.


Hardy, P., M. Vorhees & H. Edsall. 2005. Lonely Planet - Morocco. Lonely Planet Publications Pty Ltd. 500 pp.


Jonsson, L. 1992. Birds of Europe with North Africa and the Middle East. Christopher Helm (Publishers) Ltd, London. 559 pp.


Kingdon, J. 1997. The Kingdon Field Guide to African Mammals. Academic Press, London. 476 pp.


Mullarney, K., L. Svensson, D. Zetterstrom & P.J. Grant. 1999. Collin’s Bird Guide. Harpers Collins Press, London. 400 pp.


Rémy, L. 2005. Les Vertebrés du Bas Draa (Sud Maroc) et leurs Habitats. Relatório de Estágio – 2º ano de Mestrado para a especialização « Ecologie, Biodiversité, Evolution » da Universidade Pierre et Marie Curie. 30 pp. + anexos.
http://www.geres-asso.org/Les%20vertebres%20du%20Bas%20Draa%20(Sud%20Maroc)%20et%20leurs%20habitats.pdf

CARTOGRAFIA

Road Guide of Morocco 1:1,375,000 (Editorial Escudo de Oro, S.A., Barcelona)